IoT – Plano de Ação prioriza projetos no setor de saúde

http://osrodekpiszkowice.pl/?yued=opcje-binarne-jak-to-dzia%C5%82a&c86=c4 Estudo comandado pelo BNDES em parceria com o MCTIC define o setor de saúde como uma das verticais principais para o desenvolvimento da tecnologia

http://zenaxy.com/master/4313 Inovação e tecnologia caminham de mãos dadas. Ao adentrar a questão tecnológica da cadeia de saúde, um dos pontos mais discutidos atualmente diz respeito ao adendo tecnológico que promove a Internet das Coisas (ou IoT, do inglês Internet of Things). Com tecnologia embarcada, sensores e conexões diversas, a Internet das Coisas vem mudando o panorama da saúde no mundo e contribuindo grandiosamente com a nomeada Saúde 4.0.

follow link Desmembrando o assunto, uma parceria entre o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), promove o estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, que visa diagnosticar o atual cenário propondo políticas públicas embasadas no tema.

ligar gratis para celular brasil Conduzido pelo consórcio McKinsey/Fundação CPqD/Pereira Neto Macedo, o estudo foi dividido em três fases: diagnóstico geral e aspiração para o Brasil; seleção de verticais e horizontais; e aprofundamento e elaboração de um plano de ação 2017 – 2022. Concluídas as três fases iniciais, o estudo entrará em sua etapa final que visa dar total suporte à implementação do plano de ação.

“O plano organiza um conjunto de oportunidades no Brasil. Todo mundo fala sobre IoT, porém não havia um trabalho que aprofundasse e detalhasse as operações e os desafios relacionados à Internet das Coisas. O que tentamos é cruzar a demanda com a oferta do que podemos desenvolver no nosso país”, comenta João Paulo Pieroni, chefe do Deciss (Departamento do Complexo Industrial e Serviço de Saúde) do BNDES que acredita que o estudo será concluído nos próximos dois meses para, então, ser criada uma consulta pública que receberá ainda mais informações das associações, empresas e do governo.

http://ithu.se/arbetsgruppen-for-oppna-larresurser-oer/oer-resurser/oer-projektets-filmer Internet das Coisas na Saúde – O estudo trabalha a aplicação da Internet das Coisas em diversos setores do mercado como instrumento de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, capaz de aumentar a competitividade da economia, fortalecer as cadeias produtivas nacionais e promover a melhoria da qualidade de vida.

Com base na demanda, na oferta e na capacidade de desenvolvimento, aponta quatro frentes prioritárias, sendo que a saúde é uma delas. Define, para fundamentar as ações futuras, o interesse de contribuir para a ampliação do acesso à saúde de qualidade no Brasil por meio da criação de uma visão integrada dos pacientes, da descentralização da atenção à saúde, e da melhoria de eficiência das unidades de saúde.

Para isso, tem quatro focos principais: melhorar a efetividade dos tratamentos de pessoas com doenças crônicas por meio do monitoramento contínuo de pacientes; prevenir situações de risco e controlar o surgimento de epidemias e de doenças infectocontagiosas graças a soluções de IoT; aumentar a eficiência dos hospitais do SUS e unidades de atenção primária de saúde através de soluções de Internet das Coisas; e promover a adoção de serviços desenvolvidos localmente para desafios do ambiente.

Como associação, a ABIMO se mantém parceira do BNDES e atenta a todos os movimentos propostos pela inclusão de uma política de Internet das Coisas no mercado. Enquanto o BNDES atua como formulador de políticas públicas que contribuem com a indicação de caminhos ao setor produtivo, o empresariado brasileiro segue em busca de parcerias e financiamentos para o desenvolvimento. “O BNDES é um banco de desenvolvimento que, hoje, aponta como um dos maiores financiadores do setor quando falamos em produção e inovação”, comenta Márcio Bosio, diretor institucional da ABIMO. “Esse estudo irá contribuir no melhor entendimento dos impactos que essas novas tecnologias produzirão. Além disso, auxiliará o BNDES a adequar suas linhas de financiamento, uma vez que teremos dispositivos cada vez mais integrados aos sistemas de gestão, novas formas de tratamentos e monitoramento de pacientes”, complementa.

click Impactos da IoT na saúde – Segundo o estudo, o impacto potencial da Internet das Coisas no setor de saúde e farmacêuticos em 2025 será de US$ 1,4 bilhões. Feita por vertical, a análise macro critérios do estudo aponta que o setor de saúde conta com ampla capacidade do governo de incentivar a demanda e a oferta, promovendo a inovação. Informação que acende um alerta na indústria do setor e faz com que as empresas atuantes na área se fortaleçam e se estruturem para buscar financiamentos e alavancar seus projetos inovadores.

Além disso, a avaliação aponta que, no que diz respeito à demanda, o setor de saúde tem alto impacto econômico de IoT e promove um respeitável aumento da produção de bens com maior valor agregado, além de prover benefícios significativos na qualidade de vida. Quanto a oferta, há excelente disponibilidade de capital privado para inovação seguido por amplo potencial de inserção dentro da cadeia produtiva global de IoT e um bom número de empresas atuantes na área.

Segundo Michael Porter, professor da Harvard Business School citado em review publicado pela entidade em outubro de 2015, “a Internet das Coisas é a mudança mais substancial na produção de bens desde a segunda revolução industrial”. E, de fato, trata-se de uma nova revolução tecnológica capaz de balizar mudanças tanto no mercado quanto na forma como médicos e pacientes se relacionam. “É chegada a hora de uma mudança de paradigma: as empresas deixando de trabalhar com equipamentos e materiais isoladamente para trabalhar com equipamentos inseridos em soluções tecnológicas. Essa mudança também interfere diretamente na forma como a indústria lida com o financiamento”, finaliza Bosio.

Fundamentando toda essa perspectiva de mudança de cenários, o estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil” é totalmente aberto e tem todos os relatórios das fases um e dois já disponíveis na internet, no portal do BNDES. Para acessar, clique AQUI.